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<title>The Travelling Ant Project</title>
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<subtitle>Minha vida e experiências na India</subtitle>
<updated>2007-06-03T18:40:41-03:00</updated>
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<title>o futuro deste blog</title>
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<updated>2007-06-03T18:40:41-03:00</updated>
<published>2007-06-03T18:40:41-03:00</published>
<summary> Estou colhendo sugestoes sobre o que fazer com esse blog? sobre o que devo...</summary>
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Estou colhendo sugestoes sobre o que fazer com esse blog? sobre o que devo escrever?
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<title>Back to Brazil</title>
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<updated>2007-03-19T09:37:48-03:00</updated>
<published>2007-03-19T09:37:48-03:00</published>
<summary> Dear all, It's been a week since i got here in Brazil. I miss Hyderabad a...</summary>
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Dear all, It's been a week since i got here in Brazil. I miss Hyderabad a lot. It is quite hard to adapt. After 19 months lots of things changed, things in my friend's lives, family members and so on. In the otherhand, the dynamic environment in which i was living in india, sounds like science fiction here I tell my people here about the progress, about the fly overs, about how is it to be a very old employee in Satyam after only 1.5 years among all the freshers. For them it is unbeliveble. my saying is:&quot;In India you don't have to read the newspaper to be aware of the economic growth, you just have to look to the streets through the window&quot; I miss the optimism of my friends in India. i miss the hope in their eyes, their aspirations and dreams. I friend of mine told me when i got here: &quot;welcome, you just left a emerging country for a submerging one&quot;. The atmosphere here is of &quot;survival&quot;. People are concentrating on the struggle to keep their standards of living. I had dinner yesterday with a friend of mine who used to work in DHL Bombay and she told me that a call center operator in DHL Bombay is making more money in India than the people who she manages here in the biggest Brazilian Call center. I just want to remind you that our prices much more expensive than in India. I miss the innocent look of Indian ladies, their pure gaze. I miss my morning paratha. My idly. I miss complaining about the spicy food, the crazy rickshaw wallas, the paperboy that delivers the &quot;Deccan Chronicle&quot; instead of the &quot;the Hindu&quot;. i miss my landlord's son coming up every evening saying &quot;marcelooooooo, My father wants to talk to you&quot; (a.k.a. &quot;he is mad with all those foreigners&quot;). I miss the Rs 10 Dal Rice at Patel Hotel, the chai and the beedie with the owner of the place. i miss Sleeper Class, chai and train birianyi. More than anything else, i miss Cristina Ma'am. People here don't understand my experience and maybe they never will unless they undergo a long stay in the Bharat mata. The other day i was showing some pictures to a friend of mine some pictures i took when i went to ajanta caves in August 2005. I thought:&quot;Gosh, this was so long ago. So many things have happened since that trip!!&quot; No one here understads a malayalee joke (such as why productivity in kerala is so low? Because malayalees spend half their time folding and unfolding their lungis!) Bollywood is unknown here. Aish and Amitabh could walk alongside the whole of copacabana beach in Rio and be totally annonymous And i dont know why, but i get angry when people who know nothing about India look down to Her. &quot;Oh, did you manage to learn any of their dialects there?&quot;. &quot;Dialect??? Rabindranath Tagore got a nobel prize for his works in Bengali and you call it a dialect? Tamil has status of classical language alongside Sanskrit, Greek and Latin and you call it a dialect?&quot; Maybe i have to be more tolerant and less emotional. Anyway, in India, outside my group of friends, i was always a foreigner, a videsh, an Angrezi or a firangi. I kind of belong to this Brazilian place. maybe not...Maybe i belog to nowhere now!! I will try to write more personal mails in the coming days, life has been hectic since i got here. Regards, Marcelo
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<title>Varanasi</title>
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<updated>2007-02-23T03:15:11-03:00</updated>
<published>2007-02-23T03:15:11-03:00</published>
<summary> Varanasi eh a cidade que fui depois de Allahbad. Eh a cidade mais caotica e...</summary>
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&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Varanasi eh a cidade que fui depois de Allahbad. Eh a cidade mais caotica e bizarre que vi em toda minha vida. A cidade sagrada de Varanasi eh antiquissima. Tem gente que fala em 5000 anos, tem gente que fala em 3000, tem gente que fala que eh a cidade mais velha do mundo….Enfim, mesmo se a cidade tiver so 3000 anos de idade, ja eh velha o suficiente. No quesito “sagrada”, Varanasi esta entre as top 7 da India (para os hindus). Todo hindu que se preze deveria ser cremado em Varanasi e ter suas cinzas depositadas no Ganges, rio que cruza a cidade. Passei 4 ou 5 dias em Varanasi, a cidade me encantou. O caos e as cremacoes. Passei horas vendo as cremacoes nas margens do Ganges. Eh bem impressionante. O morto eh carregado por entre as vielas da cidade velha, que nao tem mais do que 2 metros de largura, em uma padiola de bambu envolto em um pano branco e cheio de flores e outros artefatos. Depois disso, o morto fica numa especie de fila de espera para a cremacao ateh que os cremadores determinem a quantidade de Madeira necessaria para a cremacao e a compre ali mesmo. Esse lance da venda de Madeira eu achei um absurdo, precos carissimos, mas ninguem discute. Os cremadores (que pertencem a uma casta que so faz isso a milenios) preparam a pira e poe o morto no meio apos este ser submergido no ganges. Eh bem tecnico. Nesse momento o cremador auxilia o filho mais velho do morto (nao sei o que ocorre se o morto nao tinha filhos) tem a cabeca raspada (exceto um tufinho no ponto mais alto da cabeca) e eh instruido como deve passar a mantega na pira e jogar a serragem sobre o morto para dar uma melhor ignicao a pira. Feito isso, o cremador tras um monte de palha em chamas e mostra ao filho do morto onde ele deve colocar o fogo. A cremacao pode durar muito tempo, umas 5 horas, para um mais gordinho. Nesse meio tempo a familia do morto ja esta mais dispersa e quem toma conta da pira eh o cremador. Nesse meio tempo voce ve bastante coisa bizarra. Tipo, o cremador juntando as partes do morto que ainda nao queimaram para por no meio da pira, o cara as vezes vira o corpo muitas vezes para po-lo em uma posicao mais propicia. Eh bem bizarro e termino a descricao aqui, so lembrando o odor de churrasco que impera no ar e que ao lado de onde jogavam as cinzas (algumas “cinzas” podiam ser reconhecidas como um pelvis ou um cranio) brincavam criancas na agua alegremente. A quantidade de vacas na cidade so eh igual a de riquixas a pedal. Em duas ocasioes eu afundei o pe na m… da vaca na rua. O transito eh o pior que eu ja vi e dos veiculos na rua, creio que so uns 20% usam motor, o resto eh movido a tracao animal ou humana. Lembro me que o Gustavo me ligou quando eu estava em um riquixa pedalante parado em um transito que so tinha um carro. Eu tentava explicar a minha situacao, mas nao conseguia encontrar conceitos apropriados para descrever aquilo que so se podia entender com os proprios olhos. Os ghats, area de cremacao, banho e etc em uma das margens do rio, recebem todo o tipo de gente com diferentes propostitos: banho, lavar roupa, jogar cinzas de parente, dar agua para as vacas e bufalos, ou simplesmente brincar. A agua eh bem nojenta. A cidade recebe bastante turista ocidental, logo a presenca de dolares no local estraga mto os locais. Cambistas tentam vender de tudo, passeio de bote (todos os locais tem ao menos um amigo que tem barco e vao tentar te arrastar para um para dar uma volta no ganges), hotel, massagem, yoga, ler a mao, haxixe e pedir esmolas. Caotico. Tirar fotos das piras funerarias nao eh permitido por razoes obvias e assistir as cremacoes tem seus inconvenientes: varios carinhas chegam para os estrangeiros dizendo que tomam conta de um hospicio de moribundos pobres e que querem doacoes para bancar a cremacao. Os caras ficam pondo a maior pressao e dizendo que voce vai nascer torto na outra vida se nao der dinheiro para a cremacao dos pobres. Eu nao dei nada e estou correndo o risco. Vamos ver. As 19:00 diariamente ha uma “mega puja” (puja eh uma especie de bencao) na margem do ganges que demora umas 2 horas para acabar. 5 Brahimins ficam dancanco e jogando flores e outras coisas que so contribuem para poluir ainda mais o rio como forma de adora-lo. Um dia teve uma apresentacao de musica bem legal, uma banda Bengali, na margem do rio, mas nada de excepcional. Comer eu comia sempre em um restaurante de comida do sul da India que eu achei. Bem bom, limpo e barato. Um thali (arroz, com varios curries vegetarianos) por 35 rs (quase 2 reais). Justo e matava minha saudades do sul da India. O dono parecia tamil, entao sempre que eu terminava soltava um “nandri” (obrigado em tamil) ou qualquer coisa do meu limitadissimo vocabulario tamil que aprendi com os colegas tameis de trabalho e a minhas visitas ao Tamil Nadu. O cara achava super legal e fui descobrir que ele vem de uma regiao na fronteira de Kerala com o Tamil Nadu, a nata do sul da India. Nao sei se mencionei, mas a comida do norte da India eh totalmente diferente da do sul (onde morava). No norte se come mais trigo e menos arroz, nenhum dos pratos do café da manha do norte da India lembra os pratos de café da manha do sul da India e os pratos do almoco e jantar sao bem distintos tambem, os curries sao mto mais pesados e oleosos. Visitei a Universidade Hindu de Varanasi fundada no inicio do seculo 20 e a decadencia me lembrou muito a USP. Visitei uns templos tambem (templo dourado entre outros) e o que me chamou antencao e a seguranca e como as ruas da cidade velha podem ser estreitas.&lt;/p&gt;
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<title>VIpassana</title>
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<updated>2007-02-18T05:35:31-03:00</updated>
<published>2007-02-18T05:35:31-03:00</published>
<summary> Dear Mieke, I just finished my vipassana. I will use this mail as a post to...</summary>
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Dear Mieke, I just finished my vipassana. I will use this mail as a post to my blog. I spent 10 days in DhammaLakkhan, it is around 30 km from Lucknow, the capital of UP (the crappiest state so far). Vipassana is the meditation technique rediscovered by Buddha and the way which he used to reach enlightenment. It is a simple technique but it requires a lot of effort to concentrate. it is very different from Yoga. The loadging is ok, i had my own room with bathroom...hot water was outside. on the last day they played a movie and i could see the Hyderabad facilities, it looked much better than the one i was. It was really cold there (i'd say some 7oC). There were only 7 of us and we could not talk. The discipline was harsh, but for me the difficult part was to sit on the ground cross legged for several hours...u know how indians sit when they eat? the same, cross legged.....it was really painfull. The routine was busy. At 4:00 a.m. I wud wake up, meditate from 4:30 to 6:30, breakfast, meditate from 8 to 11, lunch, meditate from 1 to 5, snacks, meditate from 6 to 7, than we wud listen to the discourse of Goenka on the tape (english in one room, hindi in another). I think for u there will be only discourse in english since the course is in AP. the discourse is recorded from GOenka himself and i dont think he speaks Telugu! from 8:30 to 9 there was the last meditation and than sleep. If u want to continue practicing, u have to do some adjustments on ur life, which are not many (besides becoming a vegetarian). The silence part is not hard, u talk to the teacher once a day and sometimes the management will ask if everything is ok. Noit reading was not a problem also, since i wud go straght to bed. There were times when there was no power, they gave me a torch....but in AP I dont think this is a problem... it is really worth, if u survive for the first 2 days u make it,...i was the only foreigner...one guy quitted....there were people doing the course for the 5th time.... I hope u will enjoy as i did! :) regards, Marcelo
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<title>Allahabad e oArdh kumbh  Mela</title>
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<updated>2007-02-07T02:50:09-02:00</updated>
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<summary> Kumbh mela eh um festival religioso que ocorre a cada 12 anos. E&amp;nbsp;o Ardh...</summary>
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&lt;p&gt;Kumbh mela eh um festival religioso que ocorre a cada 12 anos. E&amp;nbsp;o Ardh Kumbh e o festival que ocorre entre duas Kumbh Melas, como o nome diz eh a &quot;meia kumbh mela&quot;. milhoes de sadhus, os homem santos da india,&amp;nbsp;vem para Allahabad banharem se nas aguas sagradas do Ganges. Eu fui atras. quando sai do escritorio o povo falavam em numeros entre 20 e 70 MILHOES DE&amp;nbsp;PESSOAS.&amp;nbsp; Festival dura 1 mes e eh bem possivel que passem 70 milhoes de pessoas pelo rio. ao lado de allahabad a um campo&amp;nbsp;que eh usado&amp;nbsp;sempre como acampamento pelos peregrinos.&amp;nbsp;O pai do meu amigo RItwik, que mora no Ramakrishna Math mission em&amp;nbsp;Hyderabad, uma especie de monasterio / comunidade religiosa, disse que eu poderia acampar na tenda do Ramakrishna Math em allahabad. Peguei as coordenadas da tenda e fui.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ma noticia, quando cheguei na tenda, a maior da ARdh Kumbh, o &lt;em&gt;swami&lt;/em&gt; de plantao me disse que eles estavam desarmando a tenda, o festival estava quase no final. Deixei a mala ali mesmo e fui para o ganges ver o povo tomar banho. O dia era auspicioso para os sadhus cairem na agua, mas como o trem atrasara 3 horas, quando cheguei eles ja tinham se banhado na hora determinada pelos astrologos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O lugar estava menos caotico do que eu imaginava e nao vi tantas bizarrices quantos as prometidas em blogs e sites da internet.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A organizacao era grande. A multitude de tendas das mais diversas organizacoes religiosas estavam dispostas em ruas, cada rua com uma especie de endereco, alem da seguranca maxima proporcionada pelos para militares indianos. O local era monocromatico, as tendas cinzas se misturavam com a areia do ganges, um visual esquisito. passei a manha e o meio da tarde na beira do rio. Vendo os incensos queimando e as familias entrando no ganges que ali nem era tao sujo quanto em varanasi.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Teria de encontrar um lugar para dormir e encontrei um esqualido quarto minusculo (mas com televisao) por 125 rupias. La fiquei lendo a autobiografia de gandhi que minha tia me deu durante a noite.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na manha seguinte fui a varanasi de onibus.....&lt;/p&gt;
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<title>comunicacao</title>
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<updated>2007-02-06T03:52:00-02:00</updated>
<published>2007-02-06T03:52:00-02:00</published>
<summary> Estarei incomunicavel de 7 de fevereiro a 18 de fevereiro.   att. </summary>
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&lt;p&gt;Estarei incomunicavel de 7 de fevereiro a 18 de fevereiro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;att.&lt;/p&gt;
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<title>ultimos dias na Satyam</title>
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<updated>2007-02-04T11:05:55-02:00</updated>
<published>2007-02-04T11:05:55-02:00</published>
<summary> Meus ultimos dias na Satyam foram tristes....despedir me de todo o pessoal...</summary>
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&lt;p&gt;Meus ultimos dias na Satyam foram tristes....despedir me de todo o pessoal nao foi facil. O Ed ate o final estava: &quot;volte para o brasil, de um mes e depois me ligue que nos te trazemos de volta para Hyderabad&quot;. Os colegas tambem foi tudo muito dificil. Nao que a empresa seja o lugar mais legal do mundo para se trabalhar, mas o povo ali era gente boa, pelo menos no meu departamento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;Vendi a moto muito a contragosto para o Joshua. Nao bastou vender, tive que dar umas aulas para ele. Vendi na condicao dele nao se matar, nao matar ninguem nem danificar o veiculo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;o meu jantar de despedida do escritorio foi legal, para mim e para ibanga. Foi na casa do VIkram, o punjabi de 2m de altura. No final, fizemos um circulo, todos disseram alguns elogios para mim e ibanga e ganhamos presentes. foi duro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;finalmente sai no fim do dia. a deepika nao queria que eu fosse, ela foi comigo ateh o estacionamento e foi na garupa da moto ateh o portao do predio. de la fui direto a casa do joshua deixar a moto. Tomamos uma garrafa de vinho.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;fui pra casa de riquixa e terminei de arrumar as coisas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na manha seguinte fui para o aeroporto com a cris. chorei quando passei na frente do escritorio principal da satyam em begumpet.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;no aeroporto ainda encontrei a anitha e o Abhirama.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;Foi o fim da minha estada como habitante de hyderabad.....nao gostei nada de deixar aquela cidade....&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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